Algumas vezes o pensamento se torna constante e a idéia recorrente, fogem ao controle e acha uma forma para se expressarem, então mudam as palavras e denunciam a intenção...
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
Não é que eu queira reviver nenhum passado
E faço das lembranças um lugar seguro.
(Quem de nós dois, Ana Carolina)
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Muito Pouco
Mas muito pra mim é tão pouco
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louco
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouco
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais
E pouco é um pouco demais
Viver tá me deixando louco
Não sei mais do que sou capaz
Gritando pra não ficar rouco
Em guerra lutando por paz
Muito pra mim é tão pouco
E pouco eu não quero mais
(Muito Pouco, Paulinho Moska, mas a versão da Maria Rita é legal também)
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
terça-feira, 6 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Dica colada: O primeiro beijo
Eu ia colocar uma foto engraçada que vi no FB, mas uma "super dica" que recebi por e-mail mereceu mais atenção; sobre o primeiro beijo:
Viu só, a internet me ensina coisas novas todos os dias! hehehehe
(recuso-me a citar a referência)
Primeiro, sempre escove os dentes, use fio dental e anti-séptico bucal. Mesmo se seu encontro incluir um jantar, você terá mais confidência sabendo que ela não está percebendo o café que você tomou de manha ou o atum que você comeu no almoço. Compre balinhas de menta para depois do jantar.
Viu só, a internet me ensina coisas novas todos os dias! hehehehe
(recuso-me a citar a referência)
domingo, 4 de setembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
sábado, 27 de agosto de 2011
Cof
Semana corrida mas útil! Domingo em Joinville, segunda fui à Ponta Grossa, terça retornei direto à Paranaguá! Quinta em Ctba fazendo render o dia e meio pela semana toda!
Sequela: voz rouca e agora tosse insistente!
Repouso ouvindo música...
Sequela: voz rouca e agora tosse insistente!
Repouso ouvindo música...
Saí de casa à procura de ilusões
Coincidências e confirmações
Fiquei em casa a espera de nada
Nenhuma visita, nenhuma chamada
domingo, 21 de agosto de 2011
sábado, 20 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Mas eis que chega a roda viva
Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu...
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu...
sábado, 6 de agosto de 2011
Ciúmes
Pequenos devaneios sobre o tema: ciúmes.
Não meus, apenas processados de informações de quem me rodeia, ou eu rodeio, hehe.
De uma manhã ensolarada e preguiçosa.
Acho que confundimos gostar ou preocupar-se com a pessoa que gostamos com algo bem diferente, mais pernicioso, a posse sobre ela. O medo de compartilhar e consequentemente perder. Ou então racionalizamos o que sentimos com roupagem bonita, que pudesse valorizar este sentimento. Até exigimos que ele apareça na outra pessoa.
Ampliando um pouco, é reconfortante saber que características que não gostamos (na gente) não são exclusividades nossas. Afinal, faço, mas quem não faz?
Nesse sentido, entendo o ciúmes justamente como a materialização do medo de perder algo nosso, de nossa posse! "Meu". Medo que outros sejam melhor companhia. Que roubem o prazer do convívio que sente estando junto. Talvez medo de nunca mais ter aquele sentimento, ainda que existam mais fortes.
Certo, até ai é fácil, mas por que a valorização do ciúmes? Aí vem a segunda parte, a racionalização. Nossa sociedade é construída para nos dar suporte, e aceitar o que é comum aos seus integrantes parece ser parte da regra. A, por aceitar, entenda-se glorificar, valorizar ou, se não for possível, ignorar como algo comum e tolerável.
Bom, pensamentos desconexos no momento. Amadurecerei a ideia!
(por erro de digitação, como rodiar parece odiar, né?)
De uma manhã ensolarada e preguiçosa.
Acho que confundimos gostar ou preocupar-se com a pessoa que gostamos com algo bem diferente, mais pernicioso, a posse sobre ela. O medo de compartilhar e consequentemente perder. Ou então racionalizamos o que sentimos com roupagem bonita, que pudesse valorizar este sentimento. Até exigimos que ele apareça na outra pessoa.
Ampliando um pouco, é reconfortante saber que características que não gostamos (na gente) não são exclusividades nossas. Afinal, faço, mas quem não faz?
Nesse sentido, entendo o ciúmes justamente como a materialização do medo de perder algo nosso, de nossa posse! "Meu". Medo que outros sejam melhor companhia. Que roubem o prazer do convívio que sente estando junto. Talvez medo de nunca mais ter aquele sentimento, ainda que existam mais fortes.
Certo, até ai é fácil, mas por que a valorização do ciúmes? Aí vem a segunda parte, a racionalização. Nossa sociedade é construída para nos dar suporte, e aceitar o que é comum aos seus integrantes parece ser parte da regra. A, por aceitar, entenda-se glorificar, valorizar ou, se não for possível, ignorar como algo comum e tolerável.
Bom, pensamentos desconexos no momento. Amadurecerei a ideia!
(por erro de digitação, como rodiar parece odiar, né?)
sábado, 30 de julho de 2011
Throw your soul through every open door
The scars of your love remind me of us.
They keep me thinking that we almost had it all.
But you played it.
(Não tinha visto o videoclipe da música, só as versões ao vivo...)
They keep me thinking that we almost had it all.
But you played it.
(Não tinha visto o videoclipe da música, só as versões ao vivo...)
Assinar:
Postagens (Atom)