sábado, 6 de maio de 2006

Frase legal

"Deixai toda a esperança aqui, ao entrar."

sexta-feira, 5 de maio de 2006

CNTP

terça-feira, 2 de maio de 2006

Releituras

"Ainda vai levar um tempo Pra fechar o que feriu por dentro Natural que seja assim Tanto pra você quanto pra mim Ainda leva uma cara Pra gente poder dar risada Assim caminha a humanidade Com passos de formiga e sem vontade."

Impressionante como uma música antiga ouvida no rádio pode ser... interpretada de maneira diferente.

sábado, 29 de abril de 2006

Ritmo errado apenas...

"como as ondas são para o mar."

quinta-feira, 27 de abril de 2006

Hoje

Datas, numeros, simbolos. Não deveriam significar tanto. Aniversariospara todos os gostos, de meses, de anos, de oi, de tchau.

Mas, significam, e sentimos. Então... que passem, que o tempo escoe, ou evapore. Afinal, tudo passa, basta um pouco de paciencia.

terça-feira, 25 de abril de 2006

Zapeando

"já que cê não tem nada cuisso, vai cuidá do seu serviçu"



Musica tem seu lado meramente descompromissado, realmente tem.

sábado, 22 de abril de 2006

quinta-feira, 20 de abril de 2006

Cânticos XII

"Não fales as palavras dos homens. Palavras com vida humana. Que nascem, que crescem, que morrem. Faze a tua palavra perfeita. Dize somente coisas eternas. Vive em todos os tempos Pela tua voz. Sê o que o ouvido nunca esquece. Repete-te para sempre. Em todos os corações. Em todos os mundos."

quarta-feira, 19 de abril de 2006

"A sua falta quase me matou."

terça-feira, 18 de abril de 2006

Empresas

Ambientes corporativos exigem tomadas de decisão em conjunto.

Concenso exige pormenorizada exposição de argumentos.

Questionamentos necessitam de replicas e tréplicas.

Grupos de trabalho de diferentes areas devem trabalhar em sintonia.



Resultado: reuniões interminaveis podem até ser divertidas, mas tem resultado questionavel...

sexta-feira, 14 de abril de 2006

terça-feira, 11 de abril de 2006

Baterias

Tem semana que tudo demora, emperra, não ajuda... Hoje de manha estava la minha bateria (dentro do celular ligado na tomada) levemente inchada... estourando... pena que não incendiu para tornar a cena mais cômica.

Não que eu não precise de umas ferias do bichinho, mas... e claro que a operadora não ajuda nas promoções, ou mudança de sistema no caso de um aparelho novo, com predas obvias de vantagens conquistadas com muito sacrifício (ou nem tambem).

E acho que esto de mal humor hoje... nada de bom acontece sem um preço? Bah... Melhor esper algo mudar para escrever, isso, até!

segunda-feira, 10 de abril de 2006

Still moving

Dirigindo, na subida, freio de mão puxado e quinta marcha engatada...

sábado, 8 de abril de 2006

"As we go through life, we'll see there's so much that we dont't understand...

And the only thing we know: is things don't always go the way we planned..."

quinta-feira, 6 de abril de 2006

Cânticos XI

"Vê formaram-se sobre todas as águas Todas as nuvens. Os ventos virão de todos os nortes. Os dilúvios cairão sobre os mundos. Tu não morrerás. Não há nuvens que te escureçam. Não há ventos que te desfaçam. Não há águas que te afoguem. Tu és a própria nuvem. O próprio vento. A própria chuva sem fim. . ."

quarta-feira, 5 de abril de 2006

Um ano completo. Sem mais a dizer.

terça-feira, 4 de abril de 2006

Musicas on TV (?)

"Alguém sabe dizer o que é normal. Pode parecer tão natural."


Gostei dessa musica, nem tanto por essa frase acima, mas pelo contexto...

E quanto à rotina (ordinária) diária, é engraçado fugir dos modelos e ver que medos podem ser postos em cheque, mostrando-se apenas como desejos ocultos... mas talvez sejam imagens, segurança, e na pior das hipóteses será divertido.

segunda-feira, 3 de abril de 2006

Informática

Conduta preventiva as vezes cansa. Motivado por ruidos anormais no pobre computador, e constatando a agonia do ventiladorzinho (cooler é um termo muito tecnico pra mim), liguei para a assistencia, de quem obtive a informação que a troca seria uma operação rápida, e sem necessidade de pré agendamento. Na quinta feira, fui eu alegremente ao outro lado da cidade carregando o moribundo. Diagnostico firmado e indicado o transplante, recebi a noticia fatídica da necessidade de respeito a filas... tudo bem, não gostaria de ser "passado para traz" pelo ventiladorzinho de um estranho, se estivesse no topo da tal fila. Sexta feira a tarde, mais tardar no sabado pode vir buscar, mas ligue antes. Alegremente liguei na sexta... qual o seu nome? Só um momento, vou verificar... consta que estará pronto na terça feira! Mas, mas, mas... o senhor foi mal informado, tentaremos concluir o quanto antes, afinal é nosso interesse. Aqui estou, no trabalho, enqaunto minha mesa em casa encontra-se repleta de papéis a canetas, agendas, revistas, e todo material não tecnologico ocupando o espaço antes destinado a um pobre computador. Por essa e por outras, mantendo o respeito a demais classes profissionais e entendendo o fluxograma específico da cada empresa, eu não recrimino quem os amaldiçoe.

E, de resto, com uma conta telefonica provavelmente assustadora no final do mês, e as incertezas diversas da insegurança intermeada pela total falta de imaginação, estou feliz!

quinta-feira, 30 de março de 2006

Desejos

1- aceitar o que não pode ser mudado...

2- coragem para corrigir o que pode ser mudado...

3- capacidade de discernir entre essas situações!

segunda-feira, 27 de março de 2006

Por hoje, "subnutrido de beleza".

domingo, 26 de março de 2006

Amanhã

...

Alguns dias são engraçados...

Nem sempre as piores previsões ocorrem...

Alguns planos simplesmente não se concretizam...

Sensações acham uma maneira de se concretizar, se não na hora...

... no dia seguinte.



(e continuamos correndo atras do prejuizo, sem entender o que são sinais e o que são fantasias... e sempre com muito a perder!)

sábado, 25 de março de 2006

Cânticos X

"Este é o caminho de todos que virão. Para te louvarem. Para não te verem. Para te cobrirem de maldição. Os teus braços são muito curtos. E é larguíssimo este caminho. Com eles não poderás impedir Que passem, os que terão de passar, Nem que fiques de pé, Na mais alta montanha, Com os teus braços em cruz."

sexta-feira, 24 de março de 2006

Cegueira

Sempre defendi que ignorancia era felicidade, pois se não há consciencia do que se perde, não se sente sua falta.

Mas hoje, apos ouvir a mesma coisa com infinitas diferentes palavras, apos ver pessoas reagindo instintivamente da mesma maneira, noto que mesmo sem saber, sem notar, sem perceber, sem querer, o que é dito, o que é feito, tem o mesmo impacto, tem as mesmas consequencias.

A agua afoga, acreditando nela ou não, se jogando nela ou sendo inundado. Os motivos podem até explicar, implorar, mas nunca justificar, pois a vitima ja não existe, ja não é a mesma.

quinta-feira, 23 de março de 2006

"and silence is where I hide my fears"

terça-feira, 21 de março de 2006

"E olha que tentei o meu caminho..."

domingo, 19 de março de 2006

Dualidade

(de informações vagas e teletransmissões)

Somo sempre dois, cada um de nós, com os quais temos que conviver: um ser real, e outro ideal. Lidamos com pessoas que estão a nosso alcance e esperamos reações ideais, variáveis, utópicas em determinado sentido.

Oferecemos nosso limite, porém cobramos além nos outros. E alguns ainda fazem pior, cobram de si mesmo o que não podem dar, ou conseguir. Está aí uma bela fonte de insatisfação. Sem comentar os comunmente erroneos conceitos "a primeira vista", total falta de interesse em aprofundar qualquer coisa ou soluções chavões pré fabricadas onde a resposta sempre beneficia o indagador.

Mas aí ja é muita conclusão em cima de poucos minutos assistidos.

sábado, 18 de março de 2006

Multidão

"o amor cobre a multidão de pecados"


Na verdade eu prefiro frases isoladas de poemas e musicas, mais a ultima fonte. Mas essa me chamou a atenção. Acho que foi dita, ou escrita, ou profetizada, sei lá, em outro contexto, e onde li ainda interpretavam de uma terceira maneira, o que achei no mínimo engraçado.

Sem mais motivos, ta postado.


E em anexo, frase recolhida do ar:


"Ser pedra é facil, difícil é ser vidraça."

sexta-feira, 17 de março de 2006

Cânticos IX

"Os teus ouvidos estão enganados. E os teus olhos. E as tuas mãos. E a tua boca anda mentindo Enganada pêlos teus sentidos. Faze silêncio no teu corpo. E escuta-te. Há uma verdade silenciosa dentro de ti. A verdade sem palavras. Que procuras inutilmente, Há tanto tempo, Pelo teu corpo, que enlouqueceu."

quarta-feira, 15 de março de 2006

Sobre aparências

1- Não mudam conteúdo.

2- Expõem ou protegem, variando mais em relação a quem vê do que propriamente ao que (não) se tenta mostrar.

3- Menos cores, mais links. Porém ainda não todos.

4- Usinas hidroelétricas são ruidosas. Lagos e barreiras impressionam.

Dúvidas

P O R - Q U E ¿

sábado, 11 de março de 2006

Letras

Cada vez mais noto que existem poucos temas, poucas letras, poucas conclusões em que a arte musical se apóia. Qualquer rítimo é redundante quando traduzido, lido ou entendido.




"Her mind's made up. I know the dream is over. But my heart just can't let go."



- Catarse (do Gr. kátharsis): s. f., purificação, evacuação, purgação. O efeito moral e purificador da tragédia clássica, cujas situações dramáticas, de extrema intensidade e violência, trazem à tona os sentimentos de terror e piedade dos espectadores, proporcionando-lhes o alívio desses sentimentos.



Faz bem não estar só, mesmo estando.

quinta-feira, 9 de março de 2006

Voltas

encontro
Porque a vida é cíclica.

quarta-feira, 8 de março de 2006

Desafinando

"O ódio que eu sinto é o veneno que eu tomo para que você morra."

terça-feira, 7 de março de 2006

Cânticos VIII

"Não digas: "o mundo é belo". Quando foi que viste o mundo? Não digas: "o amor é triste". Que é que tu conheces do amor? Não digas: "a vida é rápida". Como foi que mediste a vida? Não digas: "eu sofro". Que é que dentro de ti és tu? Que foi que te ensinaram Que era sofrer!"


A segunda razão.

segunda-feira, 6 de março de 2006

"Como é que eu vou crescer sem ter com quem me revoltar."

sábado, 4 de março de 2006

Tamanho

Há quem goste de textos pequenos. Eu gosto dos resumidos, densos, faceis de ler.

Então hoje, algo pequeno e vazio!

sexta-feira, 3 de março de 2006

Cântico VII

"Não ames como os homens amam. Não ames com amor. Ama sem amor. Ama sem querer. Ama sem sentir. Ama como se fosses outro. Como se fosses amar. Sem esperar. Por não esperar. Tão separado do que ama, em ti, Que não te inquiete Se o amor leva à felicidade, Se leva à morte, Se leva a algum destino. Se te leva. E se vai, ele mesmo. . ."

Essa é uma delas, do motivo. Justifica as 26? Talvez não sozinha, mas algumas resoluções inócuas podem ser adotadas; e por não prejudicarem, podem ajudar.

E se acredito, creio que por definição, não. Mas a idéia é simplesmente fabulosa. Ficaria então como meta.

E, de momento, retirado de mais um filme violento (do tipo de violência clássica, estéril, atemporal e profissional) que passa na tv no momento e não sucinta qualquer emoção digna de nota:


"Aquele que se vir sozinho, cavalgando em campos verdejantes, não se preoculpe. Pois estará no elísio, e já estará morto."

quinta-feira, 2 de março de 2006

Pensamentos e respostas

1- Algumas pessoas mudam. Outras não.

2- Se o erro faz parte da pessoa, ele sera cometido novamente.

3- Conselhos surtem mais efeito a quem diz do que a quem ouve.

4- "Reflexos" esperados não são necessariamente verdadeiros. A realidade, por mais chata que seja, deveria ser mantida.

5- O que tem que ser, será (nossa, essa forçou um pouco a amizade, mas entra na sequencia).

6- Gosto do que leio aí. Pena não gostar daqui. Tente em alguns meses, sabe que tudo muda mesmo...

7- no coments pra mim hje, hehe

quarta-feira, 1 de março de 2006

Saudades

"Como velhos desconhecidos se você não me escuta eu não vou te chamar. O amor que eu dei não foi o mesmo que eu vi acabar."


Eu consigo racionalizar bem as coisas. Ver em perspectiva, externamente, como o outro, considero minha melhor habilidade - e maldição.

É duplamente chato tentar e achar que consegue explicar tudo. Entender e ser compreensivo. Ser justo e oferecer tal conhecimento, sempre aberto a argumentação. Algumas coisas não precisam ser comparadas. Algumas verdades individuais não deveriam ser questionadas.

Hoje é um dia em que estou especialmente sujeito a saudades. De um passado imperfeito. De planos e sonhos que nem foram feitos. E até de pessoas que nem são reais, por simplesmente não terem permitido se materializar.

Não costumo citar nomes reais, e tão pouco farei com os "virtuais", mas estou com saudades.

E nem sempre conhecer o final da história tira a tensão do meio. As vezes o pote de ouro no fim do arco iris não é motivação o suficiente para se aguentar a chuva (nossa, depois dessa "viajada", digo tchau).

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2006

Palavras

Apatia ou Angústia
________________________

Alívio ou Arrependimento

domingo, 26 de fevereiro de 2006

Cânticos VI

"Tu tens um medo: Acabar. Não vês que acabas todo o dia. Que morres no amor. Na tristeza. Na dúvida. No desejo. Que te renovas todo o dia. No amor. Na tristeza. Na dúvida. No desejo. Que és sempre outro. Que és sempre o mesmo. Que morrerás por idades imensas. Até não teres medo de morrer. E então serás eterno."

sábado, 25 de fevereiro de 2006

As vezes

As vezes a gente fica triste.

As vezes agente pensa no passado.

As vezes agente não entende.

As vezes agente odeia.

As vezes agente não vê esperança no futuro.

As vezes agente espera demais.

As vezes as pessoas se distanciam.

As vezes agente escolhe sumir.

As vezes agente se arrepende.

As vezes agente questiona.

As vezes essa gente somos nós.

As vezes não.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006

Man
Não gosto muito de longos textos com pensamentos, conclusões, dicas e receitas tipo "auto-ajuda", mas gostei desse. Não cito referência por não confiar nelas. Não corto os trexos que gostei por estripar o pobrezinho e descontextualizar. E a imagem, pelo que consta, é uma figura (escultura) inanimada, com muitos e bons detalhes, de tamanho mais que proporcional (maior que um modelo humano).

Ultima forma. Cito apenas parte. O resto, caso haja interesse, recorra ao "deus google", o que tudo sabe, e o que tudo vê.


"De nada adianta cercar um coração vazio ou economizar alma. O romance cujo fim é instantâneo ou indolor não é romance".

"Porque embora quem quase morre esteja vivo, quem quase vive já morreu."

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

Trânsito

Cheguei a triste conclusão: sou um péssimo motorista! Sou daqueles que se gabam pela perícia, conhecimento técnico, agilidade de reflexos e total conhecimento legal. Sou dos piores cegos.

E como chego a essa conclusão? A impressionante marca de um acidente por ano desde que fui habilitado. Jamais alguem se feriu, poucas vezes o próprio automóvel sofreu grandes danos. Mas isso não nega as estatísticas.

E hoje, voltando para casa, la estava eu engarrafado. A primeira vítima de três infelizes automóveis. Motoristas desatentos e imprudentes. Parachoques destruidos. Vítima, não, as estatísticas não negam, infelizes motoristas que convivem comigo nas ruas.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006

Cânticos V

"Esse teu corpo é um fardo. É uma grande montanha abafando-te. Não te deixando sentir o vento livre Do Infinito. Quebra o teu corpo em cavernas Para dentro de ti rugir A força livre do ar. Destrói mais essa prisão de pedra. Faze-te recepo. Âmbito. Espaço. Amplia-te. Sê o grande sopro Que circula . . ."

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2006

Memórias

"Memórias são fantasmas que me sopram os ouvidos coisas que eu nem quero saber!"


"E foge da minha mão fazer com que tudo que eu digo faça algum sentido."

terça-feira, 14 de fevereiro de 2006

Expectativas

A semana não começou tão mal quanto a expectativa, ou quanto terminou a anterior. Viagem rápida "infrutífera", chuva, aquaplanagem, aventura e motoristas egocêntricos incapazes de lidar com as próprias incapacidades e de sair da frente educadamente como meros mortais, visão além do alcance, sono recuperado de sono perdido, problemas rolados e por hora esquecidos e vidro ainda trincado.


oi

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006

Cânticos IV

"Adormece o teu corpo com a música da vida. Encanta-te. Esquece-te. Tem por volúpia a dispersão. Não queiras ser tu. Quere ser a alma infinita de tudo. Troca o teu curto sonho humano Pelo sonho imortal. O único. Vence a miséria de ter medo. Troca-te pelo Desconhecido. Não vês, então, que ele é maior? Não vês que ele não tem fim? Não vês que ele és tu mesmo? Tu que andas esquecido de ti?"

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2006

Poesia para o povo

"Você aprende a gostar de você, a cuidar de você,
e principalmente, a gostar de quem também gosta de você."


É a parte da poesia menos conhecida, menos difundida nas colunas e canais de "citações", dicas e frases de para-choque de caminhão, as quais são repetidas com ares profundos e intelectualizados, como gotas de néctar. Mas que na verdade é muito pouco entendido e, com boa parcela de certeza, nada seguido.

A idéia era apenas postar a frase, sem referências ou comentários, mas creio que algumas coisas não mudam...

Finalmente... aprender a gostar é facil, admirar e conviver, mas aprender a esquecer eu tenho sérias dúvidas. Nada conquistado a tanto custo e esforço é descartado tão facilmente. O inverso deve ser verdadeiro, validando aquela frase clássica:


"vem fácil, vai fácil".
"De morrer pela pátria e viver sem razão"

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2006

Cânticos III

"Não digas onde acaba o dia. Onde começa a noite. Não fales palavras vãs. As palavras do mundo. Não digas onde começa a Terra, Onde termina o céu. Não digas até onde és tu. Não digas desde onde é Deus. Não fales palavras vãs. Desfaze-te da vaidade triste de falar. Pensa, completamente silencioso. Até a glória de ficar silencioso, Sem pensar."

terça-feira, 7 de fevereiro de 2006

"Most of the time...

...I can't take my eyes of you"


Por que? Pela curiosidade, pela pesquisa, pela comparação, pela insistência, pela voz, pela memória, pela tradução, pela sombra, pela exaustão.

Porque simplesmente eu sou, e ajo, como fui programado. Antes mesmo de saber, eu ja era assim. Antes mesmo de sentir, ja me portava assim.

Porque as fundações foram muito fundas, as estacas são muito sólidas, e um cadeado arrombado nunca mais funcionará.

Porque um convite não pode ser desfeito. Um presente não pode ser tomado.

"Til I find somebody new"


Porque eu acredito no que leio, apenas não concordo com todas as palavras, com toda a lógica. E faço dessas palavras uma regra também ao que ouço, e até ao que escrevo.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2006

Retratos

Essa janela está a muito embaçada. Para não dizer suja. Mostra uma realidade que, se não for falsa, pelo menos não retrata o momento atual. Há palavras tristes, saudades, há muita coisa que não está sendo vivido. Foi aprendido e será repetido, mas não agora.

Parece uma realidade não? Tenho duvidas até mesmo sobre o que tocamos, hoje em dia. Quebrando essa série de palavras, olha só que "carinha" legal. A qualidade deixa um pouco a desejar, uma vez que um scanner não se presta a capturar imagens tridimensionais, mas vamos dar um desconto.

Hello

sábado, 4 de fevereiro de 2006

Músicas

Todas as histórias já foram cantadas. Ou a humanidade se limita a algumas letras e sifras. Temas recorrentes em gêneros distintos, opostos. Bastam ouvidos e mentes preparadas.

Hoje, por motivos unicos (sempre os pensamentos, trazidos ao vento por conversas distantes), quebro uma regra pessoal minha, de não postar músicas, pelo menos não inteiras. Se gosto de algo, se preciso me expressar por outros, faço com frases, trechos ou links. Mas hoje, posto tudo. E não é nada em especial, nenhum significado maior, nenhuma canção especial. Apenas vontade, desejo, necessidade intuida (essa palavra alem de estranha deve estar errada). E aprendi a não me contrariar, não aqui...


"Pra que mentir. Fingir que perdoou. Tentar ficar amigos sem rancor. A emoção acabou. Que coincidência é o amor. A nossa música nunca mais tocou...

"Pra que usar de tanta educação. Pra destilar terceiras intenções. Desperdiçando o meu mel. Devagarzinho, flor em flor. Entre os meus inimigos, beija-flor.

"Eu protegi o teu nome por amor. Em um codinome, Beija-flor. Não responda nunca, meu amor. Pra qualquer um na rua, Beija-flor.

"Que só eu que podia. Dentro da tua orelha fria. Dizer segredos de liquidificador.

"Você sonhava acordada. Um jeito de não sentir dor. Prendia o choro e aguava o bom do amor. Prendia o choro e aguava o bom do amor."

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2006

Cânticos II

"Não sejas o de hoje. Não suspires por ontens. . . Não queiras ser o de amanhã. Faze-te sem limites no tempo. Vê a tua vida em todas as origens. Em todas as existências. Em todas as mortes. E sabe que serás assim para sempre. Não queiras marcar a tua passagem. Ela prossegue: E a passagem que se continua. É a tua eternidade. . . E a eternidade. Es tu."

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2006

Armas de Jorge

"perseverança, ganhou do sórdido fingimento"

terça-feira, 31 de janeiro de 2006

Cânticos I

"Não queiras ter Pátria. Não dividas a Terra. Não dividas o Céu. Não arranques pedaços ao mar. Não queiras ter. Nasce bem alto, Que as coisas todas serão tuas. Que alcançarás todos os horizontes. Que o teu olhar, estando em toda parte Te ponha em tudo, Como Deus."

segunda-feira, 30 de janeiro de 2006

Canticos
"Dize: O vento do meu espírito soprou sobre a vida. E tudo que era efêmero se desfez. E ficaste só tu, que és eterno..."

Reproduzirei de maneira gradual, nem sempre diária, não ininterrúpta, as 26 partes desta poesia. Digitarei de maneira retilínea, enxuta, por vezes com comentários próprios, por vezes com partes destacadas, pois sua interpretação é subjetiva, e este ainda é um blog pessoal. Estarei sujeito a erros e enganos, os quais ficari feliz em corrigir, em tempo oportuno.

Continuarei com desabafos desesperados ocasionais, com comentarios rotineiros e supérfulos, com links e textos extranhos por vezes, se assim me sentir propenso. Assumo apenas o compromisso da intenção, de um dia tudo digitar. Sou honesto quanto a isso, ao hoje, ao agora, mas não quanto ao amanhã; não terão promessas para que não se sintam traidos.

domingo, 29 de janeiro de 2006

Flat

Entre a rotina e os barbeadores, o tempo passa vagaroso.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2006

Posibilidades

Suicidal Bunny
Ontem a noite, ao reler algumas poesias de Clarice Lispector (não sou realmente um fã de poesia, gosto de algumas mensagens, alguns pontos de vista, mas nunca fui um grande leitor, nem desse nem de outros generos, mas felizmente algumas vezes nos obrigam, outras ganhamos e guardamos, e os livros sempre esperam pacientemente a oportunidade de se manifestarem), mas retornando ao pensamento prinicipal, eram poemas interligados, em sequencia, creio que 28 ao todo.

Alguns me interessaram, pelo menos com algumas frase que mereceriam ser postadas, mas uma idéia veio: porque não postar tudo? Bem, tomaria um bom tempo, caso o fizesse diariamente. E minha rotina e meus pensamentos aleatórios e caóticos? Onde os expressaria com esse bloqueio poético?

Apenas idéias encubadas, ou uma carta na manga, quem sabe.

E sobre a parte final do conto de Machado, vale a pena ler inteiro, pena ser um pouco grande, mas fica como sugestão. E o post anterior, o link não se refere propriamente a uma dança, em sua concepção visual; é texto, e pequeno, também merece ser lido. Aliás, todas as "coisas da gaveta" merecem ser lidas.

Suicidal Bunny

A igreja do diabo

"Que queres tu, meu pobre Diabo? As capas de algodão têm agora franjas de seda, como as de veludo tiveram franjas de algodão. Que queres tu? É a eterna contradição humana."

quarta-feira, 25 de janeiro de 2006

Links e lições

Tinha pra postar minhas decepções profissionais, fruto da destruição do trabalho esmerado ao final de uma reunião abafada.

Tinha pra postar as reações eperadas frente a um assalto quase concretizado, sobre reações possíveis e desfechos esperados.

Tinha pra postar minhas divagações sobre comodismo e esperança, e sobre como sentimentos podem ser incrivelmente fortes mesmo se contruido (e não naturalmente nascidos) a partir do nada.

Mas decidi apenas linkar a Dança, pelo retrato parcial e pelo temor de um futuro incerto.

Creio que algumas coisas saem de nosso universo provinciano, amador e banal, e recaem sobre arte.

segunda-feira, 23 de janeiro de 2006

Termostato

Dia estranho.

Novamente aquela sensação que andaram brincando com o clima, o meu clima no caso. Aumentaram a pressão, o ar ficou pesado, toda posição cria certo desconforto.

Será que tem alguma relação com o passado? Em parte talvez, mas só a parte sobre cicatrizes e marcas que já fazem parte de nós. Será que tem relação com mudanças de rotina? Creio que muito pouco. Será que tem relação com a chuva? Nem.

Ficam incógnitas. Quem disse que eu queria me conhecer completamente mesmo? Quem sabe um dia descubro o que aconteceu.

obs: ta certo que termostato regularia a temperatura, mas é uma palavra muito mais familiar que barostato, se é que existe tal dispositivo.

sábado, 21 de janeiro de 2006

Considerações

A- sempre gostei do conhecimento, das portas que ele pode abrir e de como pode facilitar a vida de alguns...

B- sempre gostei do poder, não pelo que elerepresenta, mas por igualar alguns. Quanto mais alto se chega, menos gente acima de você tenta te controlar, pelo menos em tese...

C- hoje me deram chaves novas, e insinuaram o quão perigoso poderia ser, num futuro incerto.

D- gosto de numeros, apenas não simpatizo muito com modas.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2006

Tempo

Falar ajuda, escrever também. E sair, sim, sair, ver que o mundo é maior. Mas eu ainda aguardo o amanhã, quando será que ele vem?

quinta-feira, 19 de janeiro de 2006

Mudanças

Não seja amigo. Não apóie mudanças. Não opine.

O novo ser, por definição, será diferente, não precisará mais de você.

Tu serás descartado, supérfulo como a vida, página virada, para sempre colada.
. difícil controlar pensamentos

. difícil controlar sensações

. quem aumentou a pressão ambiente?

. algumas possibilidades, familiarmente antigas, voltam, menos improváveis... planos... mas não posso permitir, formas, apenas um fundo presente e desfocado, invisível aos outros, até...

. oscilação não é legal, não

. mente vazia... isso, ocupar!

quarta-feira, 18 de janeiro de 2006

Frase extra

"A dúvida é a covardia da certeza".

Perspectivas e assuntos

Ia postar uma letra de musica, ouvida em um filme... porém o filme adaptou-a demais; até encontrei, mas não justifica a versão original.

Muitos pequenos pensamentos, nada digno de nota ou discução.

E estou ganhando a pequena guerra... posts diários e longos textos vencem qualquer um. Motivo de comemoração? Não é pra tanto, mas, sempre fui um defensor da auto-estima e auto-preservação, aliás, gosto muito de "auto-tudo". É bom sentir que ganhou alguma coisa.

Amanhã será outro dia, por hora, pelo momento, feliz!

terça-feira, 17 de janeiro de 2006

Rulminar

(da série: autolamentação, sindrome de vítima e outros lamúrios racionalizados)

O que faz uma pessoa teoricamente saudável, com alguma estrutura familiar de base, vida relativamente organizada e uma percepção até certo ponto realista, e muitas vezes otimista, dos fatos diários, remoer assuntos passados, desenterrar sentimentos já decompostos, vasculhar o lixo imundo da vizinhança?

Sem respostas no momento...



...fragmentos pescados, os quais não serão referenciados, tão pouco solicitados, identificados, linkados ou contextualizados...

[Do individuo lá]
De fato, a vida é feita de peserverança.. mas é preciso ter discernimento para entender que nem sempre é possivel passar a vida (detesto frases prontas, mas lá vai) dando "murro em porta de faca". É importante percerber quando algo não tem chance de dar certo... Penso que é dificil percerber quando é um ou outro. Felizmente, a vida dá voltas.. e as vezes temos novamente aquela oportunidade que perdemos, que deixamos passar por julgarmos que nao daria certo... mas na segunda vez, ela passa mais rapido do que na primeira, e é preciso ser bem mais rapido para percebe-la e "agarra-la".

RESPOSTA: [Da indivídua que se mostrou uma estranha para mim]
É, dar murro em ponta de faca não é interessante... Precisamos colocar na balança e ver se está valendo a pena insistir, não é... Às vezes demora um pouco pra cair a ficha, mas ainda bem que uma hora a gente se dá conta! Quanto ao mundo dar voltas, eu fico muito feliz por ele ter dado algumas. Tive algumas chances de mudar minha vida nessas voltas... :))



Conclusão: eu fui um erro?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2006

Apesar

Sempre existirão apesares, poréns e afins.

Explicações podem ser desnecessárias as vezes, porém jamais serão o suficiente.

O mesmo sal que tempera, pode as vezes tornar intragável... (ou seria incomível? hehe, too filosofico, momentos não dão bons posts, talvez até criem idéias que poderão ser interpretadas, discutidas, mas não seria meu modo de expressão, e tão pouco tenho platéia o suficiente que justifique o embate).

domingo, 15 de janeiro de 2006

Pobre

ou Frase ou Filosofia de butiquim...

"Pobre é quem quer ter mais".

sábado, 14 de janeiro de 2006

Lixas

(da série: assuntos banais, sem importância real para o mundo)

Adolescência é fogo... se ja não bastasse a insegurança habiual, a pele ainda não ajuda... e eu que pensei que cara de "choquito" seria uma fase passada e transitória.

Deve ser excesso de hormônio, só pode.

PS: choquito é exagero.

sexta-feira, 13 de janeiro de 2006

Sexta 13 de trabalho

Como não poderia deixar de ser, cito aqui nossa primeira sexta 13 do ano, assunto corriqueiro, lugar comum, quase desapercebido.

E, em um dia em que chegaram os móveis, em que pus a prova novamente meus parcos musculos, meus restritos conhecimentos sobre fiações e antenas, desmontando roda-pés, me enfiando sob camas, cortando, colando, testando, carregando...

Uma única coisa não sai de minha cabeça:
Por que?

quinta-feira, 12 de janeiro de 2006

Sobre Vínculos

ou Família

Devem existir (ao menos) dois tipos de pessoas: as livres, independentes, que podem até se ligar a alguem ou algo, mas foram feitas para voar alto, longe, destino imprevisto; e as de equipes, que embora não se constituam no oposto das primeiras, se realizam em grupo, trabalhando em conjunto, sendo parte de algo.

Acho que poderia expandir essa idéia pra muitos angulo e níveis, mas pensei nisso em relação a trabalho. Um colega comentava que ninguem pode ficar rico (na consepção financeira da palavra, o suficiente para obter relativamente bens ilimitados) trabalhando para os outros. Uma grande empresa, ou um concurso público podem dar estabilidade, uma remuneração justa e até um plano para se progredir, mas nunca a já definida riquesa.

Nesse sentido, vemos que algumas pessoas, acima de riquesa ou estabilidade, seguem um determinado padrão inconsciente. Buscam algo que talvez nem compreendam, Se realizam, profissionalmente e, consequentemente também, pessoalmente, nesses dois ambientes opostos. Ambos podem incluir maior ou menos sociabilização, dependencia de outras pessoas ou contato externo, mas algo em sua essência os diferencia.

Talvez o senso de família. Os laços que nos prendem uns aos outros, mais apertados ou não. Aquela sensação de ser responsável pelo que se é, por um lado, e ser parte de algo muito maior, por outro.

Nesse ponto, acho que gosto dos vínculos. Se um dia voar, será em um avião, hehe.

terça-feira, 10 de janeiro de 2006

Traição

(da série: autolamentação, sindrome de vítima e outros lamúrios racionalizados)

Resgatando idéias inceridas no passado: trair: [do Lat. Tradere, entregar] v. tr., atraiçoar; enganar por traição; falsear; ser infiel a; denunciar; revelar; não cumprir.

A idéia de traição está intimamente ligada a confiança e compromisso. Mais que uma palavra, é uma idéia, e muitas vezes reveste-se de um manto sentimental denso, com repercuções profundas, sociais e orgânicas. É a revolta, é o enjôo, é a raiva, é a culpa, são os mecanismos de defesa, o velho correr ou lutar.

Confiança porque, sem ela, vc não se surpreende, vc não depende, vc não espera, e consequentemente não pode ser traido. Esse item faz com que muitas pessoas (eu algumas vezes conscientemente, algumas outras sem nem saber) tentemos simplesmente não confiar, manter aquele "pé atras" com todos, e assim, no final inevitável, pelo menos ficar com o conforto do "eu já sabia".

Compromisso, de maneira mais discreta porém importante. Trair é quebrar ( normalmente) um acordo. Algo convencionado, prometido e esperado. É não cumprir, seja por que motivo for, maldoso ou inesperado, circunstancial e justificável, ou não. Aqui temos o maior problema incerido no entendimento parcial e subjetivo... qual foi o acordo.

Muitas vezes simplesmente esperamos muito de alguem, depositamos mais do que deveríamos pelas circusntâncias, pelo histórico, pelo tempo. Muitas vezes não reavaliamos os acordos antigos frente às mudanças inerenes a tudo. Asv ezes simplesmente não falamos a mesma linguagem. Se já é facil errar e quebrar acordos bem definidos, quem dirá as regras que nem conhecemos, que nunca assumimos, responsabilidades que nem tentamos contornar.

Trai quem pensa? Trai quem fala? E quem avisa, ainda assim trai?

Trai sim quem quebra uma promessa. Algumas são fortes por si só, e valem até serem oficialmente declaradas nulas (sobrevivem no ar se preciso fosse). Nenhum ato, nenhuma circunstancia, nada justifica sua negação, mesmo cheia de explicações. E algumas, por outras definições, não poderiam ser anuladas.

"Nunca diga nunca". Cuidado com palavras como sempre e nunca. Cuidado com juramentos. Cuidado com promessas. Banalizar palavras é ignorar sentimentos, é erguer castelos de cartas em brancas nuvens. Falar, por mais dificil que possa parecer para as pessoas concientes, é muito fácil. Conveniências vem sempre em primeiro lugar. Não há base.

Mas, sobremaneira, trai quem age. Pois os pensamentos voam, exploram, racionalizam e deduzem, criam centenas de variações, progridem geométricamente, tentam nos preparar. É sua função, tatear e preparar; não devem impedir, apenas advertir. O equilibrio deveria funcionar assim. Não deveriam ser ignorados, e não deveriam aprisionar.

Sucintamente (palavra engraçada), é isso.

Fica pendente, conectado, o perdão, pois só é perdoado quem primeiramente ofende, quem trai, quem erra. Mas isso já foge a séria autopiedade e entra na perfeição.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2006

Confiança

Cuidado em quem confie. Muito cuidado.

Não que eu seja adepto da politica de desconfiar sempre. Acho que podemos "relaxar" as vezes, podemos aproveitar os momentos e a sensação de segurança que alguns locais, algumas pessoas e algumas situações nos trazem. E ainda não acredito que todos estejam sempre tentando testar você (Tá :P).

Mas nossas vidas são construidas em circunstâncias, situações, passagens. E é com as pessoas em que realmente confiamos que deveriamos ter um certo grau de desconfiança, basal, mínimo, com certeza imperceptível (essa parte é importante para aqueles que pretendem viver em sociedade). Nada que influencie diretamente a ação, a reação, a conduta, o apredizado ou mesmo o prazer. Mas, creio que nem mesmo os suicidas se expõem totalmente.

Em situações seguras, certas, definitivas, adotamos verdades, fazemos planos, criamos família, compartilhamos. E em segundos (aqui entenda-se tempo subjetivo para uns e longo demais para outros, dependendo de que lado da corda - ou da forca, você está). Uma decisão muda tudo, quebra correntes. Transforma o que é lugar comum em situações no mínimo desconfortáveis.

Tenho que desenvolver ainda aquela velha teoria batida de que pessoas mudam o tempo todo, e tudo muda, e relativamente pessoas não mudam, e tudo mais, complementando outros textos. Tenho que postar que relacionamentos terminam, pois tem prazo de validade, e não vemos (idéia roubada de um livro de "auto ajuda" cômico, encalhado em um canto da livraria). Tenho que me por no papel de vítima e rebater a idéia de que é falsa, embora relmente o seja. Muita coisa ainda pra escrever. Só não tenho que pensar em uma finalidade para isso, porque assim não farei nada.

E alguns blogs ja cairam, Algumas resoluções de fim de ano já começaram,e eu ainda com minhas indecisões. Eu acho que me sentiria mais confortável apenas vestindo uma mascara adolescente, sendo outro pseudônimo. Funciona?

domingo, 8 de janeiro de 2006

All the same

Entra ano e sai ano, e tudo continua em seu mais perfeito fluxo subliminarmente contínuo. Dia após dia, noites intercalando, ócio e correria, diversão e tortura. Montanhas russas, planícies e desertos. Pitadas disso e daquilo.

Ainda lembro, vagamente como uma idéia solta, da minha espectativa infantil com os anos 90. Cada mudança no calendário, novo grafismo, novo potencial. Hoje em dia não tenho mais aquela tradicional espectativa de início de aulas, de reencontros, de turmas e adaptações. Tudo se diluiu na vida, sem datas para início e término. Ansiedade sempre, mas nada de redação de fim de férias, colagem ou desenhos.

Pousando, as idéias continuam voláteis, eu não me adapto a agendas como pretendia; e até sintetizarem aquele gravador mental que li a um tempo em outro lugar, matérias interessantíssimas e teses complexas continuam se perdendo nas ondas do mar.

Aaaaa, voltei :)

Será que rola aquela tradicional mudança de ano novo? Lay-out? Temática?

sexta-feira, 30 de dezembro de 2005

Férias

Vou entrar o ano perto do mar,onde sempre quis estar...



Bah, rimas são para os outros, eu apenas me contento em le-las (engraçado isso), e me apropriar de suas descrições mais que perfeita dos momentos em que vivo.


E a distância é relativa... quilometros unem mais do que metros. Semana passa mais rápido do que hora. Com isso, desejo esperança, por si só, ou um sonho forte o suficiente para vencer a loucura, o desespero, a destruição e mesmo a morte. Assim, o resto virá em seu próprio tempo, e assim veremos um dia que o que passou, teve um motivo, teve um significado, e a seu modo foi importante.

Texto para o mundo, lido por poucos olhos, em especial aos amigos, aqui já definidos e pra sempre eternizados.
Desapareço por um ano, até a próxima semana.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2005

Higthlander

"Que isto da passagem de um ano para outro é um corriqueiro fenômeno de morte e ressurreição - morte do ano velho e sua ressurreição como ano novo, morte da nossa vida velha para uma vida nova."

Mário Quintana (e copiado da minha fonte padrão).




Ia postar uma letra de música; ia fazer um poema com uma frase dela; ia rimar em ingês; ia renovar esperanças para um ano novo; ia afogar os lamentos passados; ia comentar de reencontros e sentimentos mortos; ia questionar o futuro e o passado; ia pensar nas alternativas; ia agradecer aos novos amigos; ia viver as novas oportunidades.

Mas, não achei, não quis, não fiz.

Quando era pequeno queria ser imortal. Realmente não faço idéia do porque, ainda mais hoje. Resta a esperança de ter uma vida decente (sem moralismo na frase), e suficiente, nem mais, nem menos. E se for menos, que seja final.

E bom renascer proceis :)

domingo, 25 de dezembro de 2005

Nada a perder

Em reflexões festivas:

Aprendi a gostar muito da filosofia do "que eu tenho a perder" com isso? Pergunta de ouro pra vencer a insegurança e racionalizar ordenadamente, dimensionano e seguindo. (nossa, modo complexo de se dizer que quando pensamos nos desafios vemos que não são assim tão altos ou impossíveis né? ou que a alternativa pode ser pior; ou que o fracasso não é assim grandes coisas, uma vez que desistir é fracassar já no início e não nos exime de novos fracassos).

Mas pensando na frase, imagino que realmente sempre temos algo a perder. Tempo, imagem, amigos, o trem que seja. E que isso é bom, pois aquele que realmente não tem nada a perder não tem motivos pra viver, e deve estar desesperadamente louco para que isso termine.

Então. é bom ter o que perder, pois assim temos algo. Apenas vale arriscar, pois o ganho pode ser maior, e a perda nem é tão grande. Tem coisas que sempre teremos, por mais que nossas atitudes tentem "libertar-se", e que bom que é assim.

Acho que aqueles que não enxergam isso, não querem! (ou não podem? muito complexa essa alternativa, hehe).

Bom, pensamentos vagos de um feriado rodoviário.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2005

Tradições

Não sei mais se por tradição, se pela onda, se por reciprocidade ou se por sentimento, realmente desejo a todos os que considero amigos um bom natal, fim e começo de ano.

Apenas por definição, amigo é todo aquele que, mesmo por um instante, lendo ou respondendo, se preocupa. Assim sendo, bem vindos ao grupo :P
E aos que fuçam, seja por habito ou instinto, não se extressem. Apesar dos pesares, a vida é bela em essência. Aproveitem o lado bom.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2005

Home Alone

Sono. Digamos que eu sempre fui um pouco sonolento. Tardes entediantes na infancia, madrugadas externas no dia seguinte, não importava o motivo, la estava eu com sono. Não que aparentasse, pois minha imagem externa aprendeu a refletir o que os olhos agressivos queriam ver, facil e indolor, mas eu sempre senti muito sono.

Para não criar uma imagem errada, creio que meu maior problema não é exatamente sentir sono o tempo todo. Posso imendar o dia, e aguentar, se não parar. Mesmo estatisticamente tendo o raciocínio diminuido com tal privação, não me incapacito. A maior dificuldade é primeiro acordar, aqueles minutinhos a mais se tornam atrasos e correria. Estou convencido que boa parte dessa "fragilidade" seja decorrente da idade.

E mais uma vez assume-se o tema trivial deste blog. Estou me acostumando com isso também. E para não desmentir o título, estou solo em casa, uma vez que pelo menos minha família (incluindo-se cachorros e agregados) possui férias e as aproveita no litoral, e a classe proletária continua trabalhando, e viajando quando pode. A, como eu gostaria de ao menos um ar condicionado no carro para aguentar as horas de congestionamento em datas festivas.

E, resgatando frases perdidas de conversas não acabadas: eu digo o que gosto, e o que penso. E quando erram, intencionalmente ou não, ainda consigo "dar o desconto" necessário à amizade e a condição humana. Tudo pode ser explicado, cabendo a justificativa a nós aceitar, ou não.

E, ontem, comi batata suiça com amigos. Foi bom pelos amigos, foi ruim pelo alimento. Gosto muito, mas foi dificil achar o lugar, demorou muito e pra piorar o sabor pedido estava sofrível. É duro não ser eclético gastronomicamente. E ainda, prefiro muito mais a que eu mesmo faço, embora canse fazer sozinho, aliais, nunca fiz sozinho, pois ao menos no recheio preciso de ajuda.

E, um dia, quem sabe, cozinharei (nunca pensei que formularia uma frase assim, logo eu, um garoto "sem dotes" caseiros) para alguem de longe, que não precisara ser ou se convidar, e ficará a vontade em que ambiente for. Um dia.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2005

Fatalismo

ou Carma

Hehe, titulo legal, trágico, depressivo, tenebroso até. Mas a intenção não seria essa. Antes mesmo de escrever explico as intenções: pretende tirar um fio de esperança nos acontecimentos diários, mesmo os negativos. É uma visão otimosta da vida. E não está influenciada pela época, nem a bem, nem a mal.

Tudo o que acontece teria um motivo. Supondo-se que não somos massas amorfas biológicas unidas ao acaso, surgidos do nada, e caminhando para o mesmo lugar (o nada), e que nossa "consciênica" não seria mera coincidencia evolucional associada com um bom quinhão de alucinação coletiva mediada quimicamente, então, temos uma "missão".

Acho bestera tentar descobrir o que é. Seria perda de tempo valioso. A idéia de que sem termos objetivos claramente definidos impossibilitaria nosso sucesso não pode ser generalizada. Pra isso, é funcamental acreditar em uma "teoria de trílho", onde sempre seguiriamos em uma direção definida, com maior ou menor velocidade.

Voltando ao objetivo central, extrapolando o modelo universitário, algumas coisas exigem um pré requisito. Como engatinhar para andar, falar para ler, para escrever, and so long. E, considerando ainda, que como somos muito "cabeça dura", e apenas observar um fato não nos traria um aprendizado real, e com certeza vitórias não ensinam nada, temos que sofrer.

Sim, isso inclui joelho ralado, pele cortada, dor de cabeça e coração partido. Inclui ainda engolir sapos imensos, descontar em quem gostamos, confiar errado e quebrar a cara. Inclui morrer mil vezes para tentar denovo, e denovo e denovo (a palavra, junta, fica mais interessante, gramaticalmente correta ou não).

Se estamos em um caminho pré determinado, mais baixo ou mais alto, sendo submetidos sempre aos mesmos desafios, é porque ainda não aprendemos a resolver o problema (só seu ou coletivo, ou mesmo de outros). Ou não totalmente e da maneira mais eficaz. A questão chave seria: pra que?

Bom, isso eu não me proponho a responder. Não que não tenha teorias e "fés" a respeito, mas ai extrapola meu objetivo atual. Só digo que, tudo volta. Que nem sempre vamos resolver as coisas, por mais que tentemos, e que a vitória pode ser apenas a tentativa, perserverar, fortificar (ficou extranho o termo, e lembrou biotonico fontoura), e sofrer, claro.

Aaaa, tem a teoria dos "marionetes", onde somos um grande joguete para divertir alguem, mas isso é muito deprimente. A teoria matrix seria válida também.

Basicamente é isso, de maneira confusa como eu, mas isso. É sempre o mesmo e sempre algo diferente. E outro dia volto as questões pendentes como encrusilhadas, escolhas e consequências, isso se eu pensar em algo até la.
E é tão bom pensar "ema ema ema", hehe, mesmo sem agir de maneira condisente.
E, minha semana única de férias "bolou"... mas continuamos na luta.

domingo, 18 de dezembro de 2005

Ema Ema Ema, Cada Um Com Seus Problemas!



Resumo filosófico de uma vida, ouvido das melhores mentes em seus melhores momentos.

sábado, 17 de dezembro de 2005

Pensamentos pescados

Sintomático

Não importa o motivo, apenas as consequencias. Os meios invisiveis simplesmente não existem nessa filosofia. Voltando a queda da arvore na floresta deserta, não faz barulho não, pois barulho é um conceito, o som é um conceito. Só buscamos acalentar nossos medos, diminuir os sintomas dessa vida.

Empírico

Agimos e reagismos. Ignorar não nos impede. Pra isso comparamos e achamos. Agimos.

Razões

Se falamos, queremos ser ouvidos. Se pensamos, queremos falar. Podemos não gostar de ouvir certas coisas, certas respostas, ter alguma atenção, e por isso nos calarmos. Mas, todos buscam se expressar, todos buscam que os ouça (isso ta certo? a palavra, não a idéia). E, extrapolando a idéia, se ouvimos é para poder encaixar nossa fala, roubar a idéia, que talvez fosse nossa e apenas tenha sido roubada primeiro.

Falsidade

Sim, todos escondemos algo. Não, não acredito que todos sejam falso, que todos ajam por interesse... egoismo tem seu lado negativo. Acredito no "item" anterior, mas não creio que denigre, digamos assim, as pessoas ou a própria humanidade. Nessa ância (ainda não aprendi a escrever isso, viu?) em se expressar, sem querer, alguns ouvem sim, e alguns até entendem.
E, pra que ocultar oque é notório?
Os bons se calam.

terça-feira, 13 de dezembro de 2005

Explicações

Take my heart
1- aqui sou anônimo. Vocês sabem meu nome. Vocês sabem meu nick. Vocês sabem onde moro e até detalhes da minha vida, mas não me conhecem.

2- se o mundo se divide entre heróis e covardes, sei que não sou herói. Apenas não me considero um covarde porque não fujo, não das pequenas situações ou das pessoas, e sim de tudo. Continuo aqui.

3- entendo rapido, quase tudo. Mas aprender mesmo, isso eu demoro. Insisto, testo, teimo, tento e ignoro. Aprender realmente, não sei.

4- solidão pode ser uma coisa cruel. Estar cercado de pessoas e ainda assim estar sozinho. Mas, pelo menos, quando olhamos para o passado vemos que tudo passou rápido, que de muito que vivemos carregamos poucas marcas. Assim será no futuro também, basta esperar.

5- "então é natal, e o que você fez?". Mas, nunca fui, em essência, alguem "depressivo". Sempre temos algo para comemorar, e, como é Natal, como o ano acabou, como... enfim, sempre achamos um motivo. Be Happy :)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2005

Contrastes

A vantagem desse mundo é que ele muda, gira, dá voltas e mais voltas... e se por um lado você nunca vai ficar em cima por muito tempo, também não consegue ficar em baixo.

Não apenas as situações mudam, mas os "entendimentos".Uma data pode ser marcada como a mais feliz da sua vida (por mais curta que sua vida seja), e pouco tempo depois se tronar uma manxa, uma incógnita... uma ferida talvez, não pela data, mas pela simbologia que representou, pelas lembranças atreladas.

Hoje é assim... um dia legal, 12 do 12, mnemônico até. Não fico triste, não o tempo todo, mas penso muito, tento entender, e... nada. Talvez seja uma proteção. Não posso entender ainda, então não deveria nem tentar. Sempre que o assunto aparece, sozinho, num canto, só remôo detalhes, só culpo alguem (e é sempre alguem diferente).

Realmente, não sei se filosoficamente, religiosamente, ou qualquer "mente" do gênero, não considero saldável remoer e culpar. A raiva em si... amanhã será diferente mesmo, melhor não atropelar hoje então.

Engraçado "desabafar",no anonimato, ser genérico...

O importante é que, bem, parabens para nós, ainda que só eu comemore, e sem motivo nenhum. Serei uma pessoa melhor, algum dia, por causa disso.

Fiquem com a parte filosófica mesmo, hehe. See!

domingo, 11 de dezembro de 2005



Bom domingo, bom início do fim (ainda que do ano, apenas).

sexta-feira, 9 de dezembro de 2005

Lendo Sobre estantes vazias me pergunto: ela sofreu?

Não quero realmente saber, tenho medo, sofro menos com a incerteza.

Confraternizando

Sou velho e rabujento. Não me sinto velho e não sei que sou rabujento.

Começam as confraternizações de fim de ano. São almoços e jantares. Reuniões de amigos e familiares. Empresas também, adoram, algumas tornam obrigatório até... a própria contradição.

Deve até ser divertido para quem gosta de uma vida social. Para quem tem familia, filhos. Mesmo para quem não tem mais o que fazer.

Como diz uma amiga (sim, amiga, pode esperniar ai a vontade)(ela e mais meio mundo, virou jargão): Quem merece? Bem, provavelmente nós!

Tenho, desde quando me dei conta que a memória está na lista de "não confiável", e que idéias são voláteis, uma pequena lista com frases, coisas para pensar, pesquisar ou postar. Mas hoje não, apenas mais uma página "diária", plana, supérfula até, como eu.

E, rulminando, amanha trabalho, não bastando ser final de semana, é extendido (24h), é uniformizado, é sem internet ou computadores ou jogos ou leituras, é cansativo, é imprevisível. E assim será nas próximas semanas.

E, vislumbrando pingos de felicidade, talvez consiga emendar uma semana em janeiro, apenas talvez por enquanto... tão ruim ser um cara metódico num mundo que não gosta de previsões. Mas, caso dê, praia, sim, mar, água salgada, ar salgado. Longe!

E, intrigado, por que alguns não atualizam? E porque outros atualizam diariamente? Os primeiros caem no esquecimento? Não seria esse o objetivo? Os outros, não veem o passado, linhas abaixo, ser ignorado? Esquecido, como tudo e como todos? (não, também, não é de você que estou falando, "preocupada").

E, constrangido, envergonho-me do meu protuguês sofrível. Dos meus acentos desaparecidos. Das minhas letras trocadas. Da minha confusão ao digitar rapidamente, e desatenção ao revisar. Mas, se me preocupasse com tudo, não viveria. Desculpem-me pelos detalhes.

Até!

quinta-feira, 8 de dezembro de 2005

Aprendendo

Ainda não aprendi a só ouvir!


Sou um bom ouvinte? Não sei, creio que não... não sou imparcial, sou curioso, me meto em tudo, tenho opiniões pré fabricadas, e se não tenho as crio rapidamente, e elas insitem em se infiltrar no diálogo, que nem deveria ser um diálogo. Gosto de me expressar, analisar todos os pontos, a exaustão até. Não, não sou um bom ouvinte, não sei apenas ouvir, ainda não aprendi.


Ainda não aprendi a não interpretar!


Como agir frente a situações novas? Como tratar pessoas diferentes, interagir... parto de moldes pré definidos, regras sociais e interpretações superficiais pela imagem e qualquer dado referencial, e vou interpretando o que é dito e o que é feito. Um gesto brusco ou uma careta. Por que tudo tem que ter um sentido? Porque um "tudo bem" não pode ser um simples tudo bem? Porque tantos fatores influem, e eu insisto em testar a onisciencia, mesclado com uma mediunidade inexistente para saber mais do que aparece ou que é dito? Não sei, não me contento, não acredito. Ainda não aprendi.


Ainda não aprendi a não comparar!


Não comparo pessoas. não comparo ações. Sei que existe espaço para milhões de variações. Sei que dois não são o mesmo, e ainda se forem, não fazem igual, e ainda se fizerem, não ao mesmo tempo, e se o tempo muda, tudo muda junto. Ainda sim, algo eu comparo, não sei bem o que, mas comparo, e ainda assim, fico sem referencial. Como sei que faço se nem sei o que? Não sei, apenas faço, comparando.


Ainda não aprendi a ignorar!


A mais fria e letal das armas. A maior das virtudes. A mais baixa atitude. Conceitualmente perfeito, na prática... eu sempre me importo. O que tenho a ver com a queda do pinheiro sobre o rato da floresta chinesa? Não faço idéia, mas, me importo, de uma maneira estranha, por que ainda não aprendi.




E, finalmente, não, nada disso pode ser considerado em essência verdade.Pelo menos não integralmente, como atitude, como linha. Sei me calar, sei não chorar, sei engolir e passar. Sei acreditar, fingir e aceitar. Sei não ver, ou não saber. E sei apenas ver, não sentir. Não sei tudo, não quero saber. Quero ver a imagem, opaca, tosca, sem qualquer cor ou prolongamento, sem outros, sem mais.

Descobri agora que, talvez, e apenas talvez, exista mais eu um EU, ainda que conceitualmente impossível. Não sei que fala. Não aprendi.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2005

Amigo

Hoje seria apenas mais um dia ordinário... mesmo acabando-se as férias não gozadas, mesmo correndo para vencer milhas, cruzando cidades, mesmo reencontrando colegas que talvez nem tenham notado sua ausência, e que com alguma certeza estavam mais alvoroçados com a notícia da saida próxima pelo assunto em si, que pela falta que traria.

Muita coisa a decidir, pouca coisa discutida... esperamos que as correntes ainda sigam o melhor rumo, pois subo meus remos e abaixo as velas.

Mas, a noite, como uma criança, reencontrei um Amigo. Na verdade não, pois o original continua com sua dona (espero que bem, ambos), mas uma pequena réplica virtual. De diferente, esse é menos peludo, e tem um rabo muito menor (um hamster nunca será um chinchila), mas lembra... entretem, deixa feliz por uns instantes.

Bom saber que um lado ingênuo ainda habita esse envólocro cicarizado.

domingo, 4 de dezembro de 2005

Descobertas

1- sou ancioso, ainda que nege;

2- minto, ainda que apenas para mim mesmo;

3- "entre o sentir e o entender" existe um abismo; hajo com a razão, mas sofro com a emoção; água e óleo nunca vão se misturar;

4- "por saber como tudo terminaria, eu rejeitei o futuro. a história fica mesmo por aqui. incompleta. eu, hoje, cortei dois pontos dessas nossas reticências e deixei apenas um. o final."

5- vou ler minhas "resoluções"... quem sabe as siga.

6- estudar é preciso... a palavra "procastinar" é feia, e por isso mesmo tem mais peso do que um simples "adiar"...

7- BE HAPPY. Se não der, finja... uma hora até você acredita!

sábado, 3 de dezembro de 2005

Never more

"Vem, vamos embora, que esperar não é saber..."


Não crio mais expectativas, não antecipo, não espero, não acredito. Abro mão do que é bom se prometerem eliminar também o que é ruim. Devia esperar (não, nada de esperar, ja disse), nada se mantém por muito tempo. Tudo para.

Sem mais expectativas... aguardo que tudo passe, inclusive a vontade... todas!

Como diz o pequeno corvo, perdido para esses lados, sozinho em terras distantes: Never More.

sexta-feira, 2 de dezembro de 2005

Ônus x Bônus

Gostei do jogo das palavras... qualquer um que possua mais de 2 anos de idade entende que para tudo há um custo. Com o tempo, convívio, sociabilização e experiências acumuladas, essa nocção tende a se aprimorar.

Claro que, mesmo nas miores idades, muitos tem dificuldade para entender essa pequena lei universal, acham que podem burla-la, repassar os custos e encargos para terceiros e aproveitar "impunemente" determinados benefícios.

Creio que isso se deve por superproteção, seja dos pais, da sociedade, de quem seja; o poder financeiro, acumulado normalmente pela família, também representa o pagamento desses custos nem sempre entendido pelo agraciado, digamos assim. Também a complexidade das relações torna menos óbvia a lligação tênue entre os fatos e acontecimentos.

O fato é que, realmente, nada vem de graça; a cada bônus recebido, virão os ônus. Vale pra vida pessoal ou profissional.

E, em anexo, hoje ganhei um jogo de Tangram; e o mais incrível, em um sorteio após uma reunião de negócios (poderia ser parcialmente assim definido como). São sete peças de diferentes tamanhos, que combinadas sem sobreposição formam diversas figuras (consta que existem 7000 variações). Preciso de uma maquina digital agora para registrá-las.

Inesperadamente, foi um dia bom. Plano, sem altos, porém sem baixos; bom.

quinta-feira, 1 de dezembro de 2005

Estranho

Tudo parado... estagnado até...

...cara de calmaria antes da tempestade.

Veremos.