Ele enfatiza que expressa suas proprias ideias, fruto de sua experiência pessoal e estudo (auto estudo, observação das pessoas e mesmo literatura), sem ser um especialista (ou profissional) em comportamento, psiquê humana ou o que valha.
Como toda pessoa "em cima do muro" (eu), não posso dizer que endosso todas as idéias, umas concordo e tento seguir, outras concordo e vejo como um ideal mais longíquo, outros pontos fui apresentado há pouco tempo e ainda não me familiarizei ou rompi paradigmas o suficiente.
Sem enrolação, linkemos: iniciou com texto sobre ciúmes, com uma interessante analogia entre as respostas que damos para crianças e nosso comportamento, emoções geradas e o medo de perder; seguiu incisivamente sobre a carência (a figura do lençol foi bem legal, aliais) colocando que você escolhe este estado ao não resolver suas causas; afirmou que o que faz bons relacionamentos afetivos são os horizontes mútuos (amor? bah) e uma boa política aplicada; atacando então no binômio fuga da dor X busca pelo prazer, onde expos o porquê de você talvez estar boicotando seus relacionamentos; pouco depois disse que a expectativa é a futura frustração, com interessante exemplo e referência ao simbologismo; e o grand finale é sobre ralacionamento aberto, tema que definitivamente afronta as raizes familiares nas quais estamos inceridos.
Ufa. Devia ter feito itens, mas assim eu me diverti mais. Espero que o Marco não fique brabo, e se alguem vir alguma incoerência nas informações daqui com o original lnkado, favor avisem.
Abraço.





















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Seguindo no clima nostálgico deste blog, eu já vos havia apresentado meu relógico (ênfase por ele ser O principal, com destaque apesar de ser apenas um bem material, objeto piscante porém inanimado). Ganhei em meu 14º aniversário, se não me falha a memória.