Algumas vezes o pensamento se torna constante e a idéia recorrente, fogem ao controle e acha uma forma para se expressarem, então mudam as palavras e denunciam a intenção...
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Coletânea da manhã
Hoje não dá
Hoje não dá
Não sei mais o que dizer
E nem o que pensar
(Os Anjos, Renato russo)
O mundo poderia acabar
Já, agora, neste momento
Porque só eu estou sabendo
E eu já fiz tudo
que eu tinha pra fazer hoji
O espírito fatal
E a psicose da morte estão no ar
(Rotomusic de Liquidificapum, John Ulhoa e Fernanda Takai)
Longe
Eu posso ser ninguém
Pois longe ser ninguém é ok
Novo chão velha constelação
Dá saudade de ouvir falar
Saudade de sentir
Saudade de te encontrar
(Órion, George Israel e Paula Toller)
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Beleza
A beleza não é um atributo das coisas em si.
Só existe na mente que as contempla.
Só existe na mente que as contempla.
(segundo o PPS, de David Hume)
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Personagens
Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é,
Sem inventar um personagem para a relação.
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Sol e Chuva
Realmente a memória não é o ponto forte!
Pensei em algo para postar e, no caminho, notei como é difícil andar no sol sem um óculos de sol. O piso claro do famigerado petit pavé reflete a luminosidade de forma tão agressiva que praticamente caminhei de olhos fechados.
Então, pensei que, por mim, faria apenas piso escuro nas áreas de circulação externa. Com a vantagem de aparentarem menos a sujeira!!! (não necessariamente ficarem limpos, claro). Então, no processo de dispersão contínua, pensei que o piso escuro aqueceria-se mais, e a todo ambiente; nesse verão, seria insuportável!
Nesse processo todo, o pensamento original perdeu-se!
PS: lembrei! Era sobre a sensação estranha de carregar um guarda-chuva em pleno dia de verão (descrito acima). O único refresco é não me molhar tanto no temporal vespertino diário.
Pensei em algo para postar e, no caminho, notei como é difícil andar no sol sem um óculos de sol. O piso claro do famigerado petit pavé reflete a luminosidade de forma tão agressiva que praticamente caminhei de olhos fechados.
Então, pensei que, por mim, faria apenas piso escuro nas áreas de circulação externa. Com a vantagem de aparentarem menos a sujeira!!! (não necessariamente ficarem limpos, claro). Então, no processo de dispersão contínua, pensei que o piso escuro aqueceria-se mais, e a todo ambiente; nesse verão, seria insuportável!
Nesse processo todo, o pensamento original perdeu-se!
PS: lembrei! Era sobre a sensação estranha de carregar um guarda-chuva em pleno dia de verão (descrito acima). O único refresco é não me molhar tanto no temporal vespertino diário.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Diferente
Nenhuma luta haverá jamais de me embrutecer, nenhum cotidiano será tão pesado a ponto de me esmagar, nenhuma carga me fará baixar a cabeça. Quero ser diferente, eu sou, e se não for, me farei
(Caio Fernando Abreu)
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
Morte na rotina
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajetos, quem não muda de marca. Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
(Pablo Neruda)
Sentir
Nós precisamos escolher a dor que sentiremos; porque sofrer é inevitável, ou ao menos requisito da vida. Por qual passaremos é decisão nossa.
Felizmente os outros atributos de viver compensam (sendo inclusive potencializados), se forem realmente aproveitados.
Felizmente os outros atributos de viver compensam (sendo inclusive potencializados), se forem realmente aproveitados.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Subjetividade e sofrimento
Sofremos demasiado pelo pouco que nos falta e alegramo-nos pouco pelo muito que temos.
(atribuido a Shakespeare, mas de qualquer forma, grande pensamento!)
domingo, 2 de janeiro de 2011
sábado, 1 de janeiro de 2011
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Caixa Econômica Federal
Hoje tive minha primeira experiência (surreal) negociando com a operadora do meu cartão de crédito (Caixa).
Liguei para pedir isenção da anuidade e atualização do endereço. Após muitas opções numéricas e confirmações, me passaram ao setor de anuidades (até aí, fazia sentido!). Com mais algumas verificações, fui elogiado por ser um cliente antigo e me concederam a redução de 1 parcela (das quatro originais). Reiterei que não desejava pagar esta tarifa, este ano, quando reduziram para 50%!
Ao insistir pela terceira vez, fui informado que seria o máximo que poderiam chegar. Como já havia, inclusive, pedido outro cartão para o novo banco (maior abrangência, com chip e sem custo!), pedi para cancelar.
Obviamente já estão cansados do "ko" manjado do "então cancela", e para minha surpresa a atendente só disse: o cancelamento pode ser feito comigo, posso confirmar? Ainda assustado com a agilidade, respondi sim, e eis que não tenho mais o meu velho cartão!
Eu teimava em defender, mas realmente não sei como um banco estatal mantém-se no mercado até hoje...
PS: e nem consegui atualizar o endereço!
Liguei para pedir isenção da anuidade e atualização do endereço. Após muitas opções numéricas e confirmações, me passaram ao setor de anuidades (até aí, fazia sentido!). Com mais algumas verificações, fui elogiado por ser um cliente antigo e me concederam a redução de 1 parcela (das quatro originais). Reiterei que não desejava pagar esta tarifa, este ano, quando reduziram para 50%!
Ao insistir pela terceira vez, fui informado que seria o máximo que poderiam chegar. Como já havia, inclusive, pedido outro cartão para o novo banco (maior abrangência, com chip e sem custo!), pedi para cancelar.
Obviamente já estão cansados do "ko" manjado do "então cancela", e para minha surpresa a atendente só disse: o cancelamento pode ser feito comigo, posso confirmar? Ainda assustado com a agilidade, respondi sim, e eis que não tenho mais o meu velho cartão!
Eu teimava em defender, mas realmente não sei como um banco estatal mantém-se no mercado até hoje...
PS: e nem consegui atualizar o endereço!
sábado, 25 de dezembro de 2010
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
E não é que ja é natal?
/\
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Felicidade a todos! Que os momentos difícies e frustações necessárias sejam usados para apreciarmos ainda mais as pequenas belezas da vida.
Porque viver ainda vale a pena!
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
Sons
É tão bom ouvir uma música e sorrir.
Os sons tem conexão direta com nossos sentimentos.
Espero que tudo dê certo.
Os sons tem conexão direta com nossos sentimentos.
Espero que tudo dê certo.
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Lâmpida
Nesta semana, vi um trecho da Praça é Nossa, e foi engraçado ver a quantidade de "inserções comerciais" e propagadas na programação.
Mais ainda foi ouvir umas dezenas de vezes a palavra "lâmpida" o demonstrar tal marca patrocinadora. E não era piada...
Fora isso, conheci melhor Londrina e faltam 33 dias para o novo ano!
Mais ainda foi ouvir umas dezenas de vezes a palavra "lâmpida" o demonstrar tal marca patrocinadora. E não era piada...
Fora isso, conheci melhor Londrina e faltam 33 dias para o novo ano!
domingo, 21 de novembro de 2010
Fatos
Creio que a realidade existe como fato único apenas por um momento, quando ela acontece. A partir de então, torna-se múltipla, tão variada quando forem os pontos de vista, os ângulos que a observaram, as memórias que a registraram, formas que foram lembradas, as associações e interpretações feitas.
Uma história pode se distanciar ou se aproximar do que ocorreu. Aliais, o que de fato ocorreu não seriam as impressões que temos? Como o barulho, o ruído, o som. Sua existência física é uma, sua percepção são milhares. Que o diga a árvore que caiu na floresta deserta.
Como nossas ações são baseadas nessas realidades, e tornam-se novas realidades, devemos apenas levar também isso em consideração. Sem entrar, ainda, no mérito das intenções e motivações, que ampliam ainda mais este leque.
Uma história pode se distanciar ou se aproximar do que ocorreu. Aliais, o que de fato ocorreu não seriam as impressões que temos? Como o barulho, o ruído, o som. Sua existência física é uma, sua percepção são milhares. Que o diga a árvore que caiu na floresta deserta.
Como nossas ações são baseadas nessas realidades, e tornam-se novas realidades, devemos apenas levar também isso em consideração. Sem entrar, ainda, no mérito das intenções e motivações, que ampliam ainda mais este leque.
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