
O importante é a apresentação, o tema é secundário.
Algumas vezes o pensamento se torna constante e a idéia recorrente, fogem ao controle e acha uma forma para se expressarem, então mudam as palavras e denunciam a intenção...

Contrato público entre eu e todo o resto da humanidade:
Depois de constatada a minha morte cerebral podem utilizar todos os meus orgãos (figado, rins, pancreas, coração, pulmões, corneas, e demais) inclusive pele e ossos, para serem doados a aqueles que assim necessitarem de acordo com as regras vigentes da época.

A memória é uma velha louca que guarda os trapos coloridos e joga as roupas fora.
Não gosto de velho. Não gosto de novo. Não gosto de pessoas que acham que vão te conhecer olhando de longe. Não gosto de pessoas que acham que vão te conhecer olhando de perto. Não gosto de quem cuida da vida alheia. Não gosto de outras coisitas mais. Ah era sobre o que eu me interesso? Tenho interesse em dizer o que não gosto.

Pena que "perdi" o 12:34:56 (desenhando: hora, minuto e segundo :))
E sobre o desenho, nem sou ativista, fico super feliz se me "deixarem em paz", mas gostei desse:
Hora dessas escrevo minha impressão técnica resumida sobre a Influenza A (H1N1), super mobilizada aqui no Sul...
A máquina de difamação, que dá pernada a três por quatro (e dane-se quem está na frente), continua ativa. E agora está no poder.
Reinaldo Azevedo
Relógios incrivelmente legais, no Haznos.org.
Sabem, eu não me importo com muitas coisas, sou chato mas controladamente estável, mas fico muito chateado (pra não dizer put*) quando me sinto enganado.
Bom, existem dois lados em uma moeda, certo? Não nego o argumento de que quem "está no poder", como bons humanos, utiliza os meios que pode para manter-se e sua descendência bem posicionados, sendo exemplos destes meios a prórpia lei e também a mídia.
Agora, considerar simplesmente que hoje o trabalhador é oprimido, desinformado e inpotente seria no mínimo uma visão deturpada (a meu ver, ao menos nos grandes centros urbanos) e que qualquer meio é justificável para que essa injustiça seja desfeita e os "burgueses" punidos...
Bom, vai que esse é apenas o ponto de vista de um "pequeno burguês capitalista", né? Por isso é melhor parar por aqui.
http://www.votecataratas.comNão adianta ter bom conteúdo se você não o divulga para aqueles que espontaneamente irão propagar essa divulgação causando um efeito multiplicador, gerando links e trazendo mais leitores.
http://orozimba.blogspot.com/
Você já parou para pensar que suas ações são meros reflexos de um condicionamento social que a escraviza a um comportamento estereotipado, comportamento de rebanho que caminha para o matadouro, infeliz, mas resignado? [...]
Você se acomoda indolentemente na almofada fofa da inércia. Simplesmente por medo de enfrentar uma mudança. Já parou para pensar na idade que tem? Não acha que já está na hora de ter um pouco mais de maturidade?
Vamos! Utilize uma pontinha de sinceridade e responda: essa é a vida que você queria? Ela a realiza? Você já pensou como é que vai ser o seu futuro se tudo continuar nessa covardia e nessa acomodação?
Vale a pena dar uma lida no exemplo citado pela Carol. Ainda que relacionamentos sejam complexos e diversos (ou não, sei la), nesse momento me chamou mais a atenção a tendencia a culparmos e racionalizarmos, minimizando nossa parcela ou ações, como se não tivessemos liberdade de escolha e responsabilidade por elas.
PS: que sequencia de a a a, notaram?
indolência
s. f.1. Qualidade de indolente.
2. Falta de força ou de estímulo para atuar no momento oportuno.
3. Med. Insensibilidade física; falta de dores.
indolente
adj. 2 gén.adj. 2 gén.
1. Apático; negligente.
2. P. us. Insensível à dor.

Não mudei de nível ainda; esse é o modelo novo do Pin que identifica o progresso no método, comprometimento e aplicação da filosofia. Motivo de orgulho.
Quando a luz dos olhos meus
E a luz dos olhos teus
Resolvem se encontrar...
A tristeza tem sempre uma esperança
De um dia não ser mais triste não ...



Você é... "Carmen – Uma biografia", de Ruy Castro
"Memórias póstumas de Brás Cubas", de Machado de Assis
(Por: Cynthia Costa e Juliana Bernardino, Ed. Abril S.A.)