quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Máscaras sociais

Nos habituamos a interpretar nosso papel na sociedade, escola, trabalho e mesmo família. Poucos veem, ou são permitidos a, nossa verdadeira face - e em geral apenas parte dela.

Nosso auto conhecimento hoje é tão pequeno que muitas vezes não conhecemos nossa verdadeira face. Nosso potencial é um solene desconhecido. Agimos como devemos ou como nos mandam (forte a palavra, mas creio que acaba sendo isso, ordens diretas, algumas subentendidas...).

"eu não acho que seja tudo só circo, mas me esforço por aceitar que os jargões profissionais e os mis-en-scènes sejam mesmo necessários para o andamento do mundo no seu estágio atual de evolução."

Por hora, quem quer enfrentar a realidade nua e crua? Que pelo menos as intenções sejam boas...

6 comentários:

poetriz disse...

Também não acho que tudo seja um circo.
Agir como se quer (ou gostaria) é anarquia.
Difícil, é agir com responsabilidade. Seja ela social, moral, política, educacional ou simplesmente de convivência pacífica.

Vanessa disse...

"Agir como se quer (ou gostaria) é anarquia". Concordo.
E também acho que nós somos aquilo que fazemos dentro do que a sociedade nos impõem. Sempre há identidade. A realidade é essa. E mesmo que vivamos sob máscaras sociais,ainda assim será esta a realidade.
Talvez o que exista, é uma vontade de não ser aquilo que somos, de mudar...

Ana Luisa disse...

Postei falando mais ou menos sobre isso...quem de fato sou sem a máscara social...sem a capa que me convem..!

Saudades.
beijo.

Anônimo disse...

Veja:
http://oladosombra.wordpress.com/2007/11/05/a-concepcao-junguiana-da-sombra/

VSC

felipe lengert disse...

Puxa,
no sat sanga de terça falamos extamente sobre este assunto, acredita? e vc não estava né?

Di disse...

Suavizar o máximo possível nossa existência e a alheia é um presente.