sábado, 6 de agosto de 2011

Ciúmes

Pequenos devaneios sobre o tema: ciúmes.

Não meus, apenas processados de informações de quem me rodeia, ou eu rodeio, hehe.

De uma manhã ensolarada e preguiçosa.

Acho que confundimos gostar ou preocupar-se com a pessoa que gostamos com algo bem diferente, mais pernicioso, a posse sobre ela. O medo de compartilhar e consequentemente perder. Ou então racionalizamos o que sentimos com roupagem bonita, que pudesse valorizar este sentimento. Até exigimos que ele apareça na outra pessoa.

Ampliando um pouco, é reconfortante saber que características que não gostamos (na gente) não são exclusividades nossas. Afinal, faço, mas quem não faz?

Nesse sentido, entendo o ciúmes justamente como a materialização do medo de perder algo nosso, de nossa posse! "Meu". Medo que outros sejam melhor companhia. Que roubem o prazer do convívio que sente estando junto. Talvez medo de nunca mais ter aquele sentimento, ainda que existam mais fortes.

Certo, até ai é fácil, mas por que a valorização do ciúmes? Aí vem a segunda parte, a racionalização. Nossa sociedade é construída para nos dar suporte, e aceitar o que é comum aos seus integrantes parece ser parte da regra. A, por aceitar, entenda-se glorificar, valorizar ou, se não for possível, ignorar como algo comum e tolerável.

Bom, pensamentos desconexos no momento. Amadurecerei a ideia!

(por erro de digitação, como rodiar parece odiar, né?)

4 comentários:

poetriz disse...

Estava aqui pensando... eu morro de ciúmes de coisas bobas, mas raramente de pessoas.
As pessoas possuem o livre arbítrio.
Devem aprender a usá-lo com responsabilidade e assumir as consequências.

Bjs!

landikinha disse...

ciumes é coisa sem importância...o que pulsa nas veias mesmo é o rock and roll ,a paixão... isso sim é relevante!!! bom, tudo bem, tem a musica do ultraje a rigor...hehehehe

Anna Flávia disse...

Eu acho ciúmes um saco. Mas acho também que está direcionadamente ligado ao sentimento de posse.

Beijo

Adriana disse...

Sentir ciúmes de gente é um perda de tempo. As pessoas tem consciência, se a ouvem a gente fica perto, se não ouvem é adeusinho. Simples assim.